domingo, 27 de dezembro de 2009

Palavra eterna - A Bíblia

Sempre que penso na Bíblia visualizo o quadro que meu pai costumava fazer para apresentá-la nos encontros litúrgicos, uma estante com os livros devidamente separados em suas duas prateleiras, antigo e novo testamento. Durante meus estudos na catequese usava minha Bíblia com o dicionário e um atlas para comparar com os mapas da edição que eu tinha, já na adolescência eu me encantei com Ester , Judite e Rute, sem contar com os Salmos e com Cântico dos Cânticos...

Depois segui numa aventura ambiciosa, ler a Bíblia inteira - um grande fiasco... Percebi que explorar livro a livro das prateleiras não me levava à unidade que eu esperava encontrar, desisti. Ainda tenho a velha edição de capa verde comigo, ela é minha conselheira, amiga e consoladora.

As religiões cristãs usam às vezes indevidamente suas palavras, entretanto respeito quem sabe meditar sobre a sabedoria, o simbolismo e o misticismo que a Bíblia carrega.

sábado, 31 de outubro de 2009

Livros irmãos



Creio que já li e reli diversos livros irmãos, suas tramas, seus enredos ou até mesmo seus espaços me remetem a outros que me remetem a outros chegando às vezes a confundir personagens e/ou autores...


Dois livros que li em momentos distintos ilustram bem essa irmandade literária, A trégua de Mario Benedetti e Desvarios no Brooklyn de Paul Auster . O estilo, às vezes ácido, outras sarcástico é bem parecido, a composição das tramas e a maneira como os autores nos fazem pensar sobre as artimanhas da vida quase sem notar, é o que cativa.

Creio que poucos livros me levaram do riso às lágrimas como esses dois.



Seguidores